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Capanema - PA, 11 de Dezembro de 2017 -- Publicado em: 24/10/2017 às 12:39:52

Pará perdeu 72 mil vagas com carteira em 2016, pior saldo em 31 anos

Setores que apresentaram os piores desempenhos no Pará foram da Administração Pública e da Construção Civil

Postado por: Carlinho Mix
Pará perdeu 72 mil vagas com carteira em 2016, pior saldo em 31 anos

 Por: Portal ORM com informações de O Liberal23 de Outubro de 2017 às 21:42Atualizado em 23 de Outubro de 2017 às 21:42

O Pará fechou 72.358 empregos com carteira assinada em 2016, segundo dados do Ministério do Trabalho. Foi o segundo ano seguido com fechamento de vagas e o pior resultado em 31 anos. Em 2015, tinham sido perdidas 22.592 vagas. Os dados constam da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), base de dados mais completa sobre empregadores e trabalhadores formais no Brasil, divulgada pelo Ministério do Trabalho.

A Rais existe desde 1976, mas o ministério afirma que o levantamento passou por mudanças metodológicas que só permitem uma comparação estatística adequada com os dados a partir de 1985. O registro de saldo de vagas divulgado começa em 1986. Por isso, o resultado de 2016 é o pior em 31 anos.

O saldo de empregos formais no Pará em 2016 recuou 6,4% em relação ao ano anterior, percentual somente superado pelo o do Rio de Janeiro (-6,5%). Na mesma margem paraense (-6,4%), também aparecem Amazonas e Ceará. Na outra ponta, apenas Amapá foi o único a registrar resultado positivo (+3,0%), passando de 121.913 vagas em 2015 para 125.591 em 2016.

 Em todo o País, o ano de 2016 fechou com 46.060.198 empregos formais ante 48.060.807 de 2015 (-4,2%). Os dois últimos anos também registram mais desligamentos do que contratações e surgem como os piores resultados desde 1986.

A Rais 2016 aponta que os setores que apresentaram os piores desempenhos no Pará, relativamente à geração de empregos, foram os da Administração Pública (-26.606 postos de trabalho) e da Construção Civil (-23.426). Na sequência, com reduções de vagas menores, mas também consideradas acentuadas estão o Comércio, com perdas de 9.080 vagas; Indústria de transformação, com menos 7.466 empregos; e de Serviços; com redução de 4.453 postos.

Ainda foram afetados os setores da Agropecuária (-1.284) e dos Serviços industriais de utilidade pública (-159). Por outro lado, a Extrativa mineral foi a única no estado a apresentar alta no ano, com leve acréscimo de 116 empregos formais. Em todos os Estados, os  setores mais comprometidos foram os de serviços, construção e indústria, que perderam mais de 400 mil vagas, cada um.

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